Os professores municipais de Marechal Cândido Rondon fizeram uma grande passeata pelas ruas de Marechal Cândido Rondon, dia 16 de março, rumo à prefeitura da Cidade para uma audiência com o Executivo. Os trabalhadores da Educação, chegaram por volta de 11h na Prefeitura e foram recebidos pelo prefeito Moacir Froehlich. Participaram da reunião o assessor da APP-Sindicato, José Carlos dos Santos, o presidente do Núcleo Sindical de Toledo, João Batista de Souza, o secretário de Formação Carlos Seibert e a comissão de professores Municipais.
Foram assumidos pelo Executivo Municipal os seguintes compromissos:
a) Que o PCCR (Pano de Cargo Carreira e Remuneração) dos professores não seja enviado à Câmara de Vereadores sem a participação e a discussão ampla com a Categoria em espaço Público e Democrático;
b) Que os Agentes Educacionais dos CMEI's, e demais funcionários da Educação Municipal, sejam enquadrados no PCCR (Pano de Cargo, Carreira e Remuneração) de forma legal;
c) Que a mensalidade da APP-Sindicato, legítima representante da Categoria por Assembléia, seja descontada direto da folha de pagamento, garantindo ao Trabalhador em Educação o direito de livre Associação Sindical, conforme o Art. 8º da Constituição Federal;
d) Que a falta do dia 16/03/2010, não seja descontada do salário dos trabalhadores em Educação;
e) A garantia do envio dos dados financeiros à APP-Sindicato para realização da análise de impacto financeiro, sempre que solicitado por esta entidade.
Após a passeata, foi a vez dos professores municipais lotarem a Câmara da Cidade, para pedir apoio aos seus vereadores, para que não seja aprovado nenhum PCCR (Plano de Cargo, Carreira e Remuneração), antes de ser discutido junto com a Categoria. O assessor da APP-Sindicato José Carlos dos Santos fez uso da tribuna para falar dos princípios de um Plano de Carreira, os quais a APP-Sindicato defende. Os vereadores que participaram da sessão foram unânimes em declarar apoio aos professores, se comprometendo em ficar atentos e em sintonia com a categoria para que, ao chegar o plano para apreciação da Casa seja um plano de consenso.